sexta-feira, 7 de agosto de 2009

De volta ao trabalho e vivendo novas emoções

Olá amigos! Voltei à minha rotina de serviço, agora mais tranquila. Desde que saí de férias, mais duas pessoas foram contratadas para trabalhar no jornal. Uma é estagiária e cursa Comunicação Social no UBM desde o início do ano, veio para ajudar na manutenção do site e na produção das colunas que serão publicadas no jornal impresso. A outra é secretária e vem para preencher um velho problema nosso: na ausência do meu colega João Carlos, todo mundo tem que se virar para atender o leitor ou o anunciante, e aí a coisa complica.

Conversando com elas, são duas moças comunicativas e ambas residentes em Resende. A estagiária se chama Bruna Diniz, tem apenas 17 aninhos (faz aniversário este mês) e além do jornalismo, tem paixão pela dança. Ela está no segundo período de Comunicação Social do UBM. Com a chegada dela, minha rotina ficou mais agilizada e felizmente, pude sair na terça-feira, dia 4, mais cedo. Melhor para mim, que pude assistir à estréia de "Bela, a Feia", que comentarei mais adiante.



E a secretária se chama Raquel Cabral, é uma pessoa calma e ainda não cursa a faculdade. Mas vem se mostrando muito atenciosa em seu trabalho. Me surpreendo a cada dia que passo, quem me dera eu fosse tão atenta como ela e não esquecesse tanto de fazer as coisas... Agora a torcida é para que elas possam ficar ainda por um tempo trabalhando com a gente e sempre todos em equipe, seja elas, ou eu, ou a Greici ou o João.


FORTES EMOÇÕES...E VEM MAIS POR AÍ


No último dia 4, estreou a novela da Record "Bela, a Feia". E conforme o prometido, estreou tocando a canção de meu ídolo Royce do Cavaco em parceria com seu empresário Sidão, que na trama é de autoria do sambista Clemente Palhares, pai da mocinha Anabela Palhares, ou Bela (como citado no folder acima, da Balancê Produções), que foge ao tradicional padrão de beleza dos personagens novelísticos. No primeiro capítulo, o namorado da Bela, o 171 Nelson da Cuíca, rouba a composição de Clemente (os dois na foto cedida pela TV Record) e ainda tem a cara de pau de dizer para o Neguinho da Beija-Flor que o samba era dele. Mas foi desmascarado no final do cápítulo pela própria Bela, que agora não quer mais saber do moço.

E não é só isso não! Soube através da internet que o Royce deixou de compor samba-enredo para o carnaval de 2010 para a Nenê. Segundo um dos pareceiros de composição, o intérprete da agremiação estaria com a agenda cheia de compromissos da sua carreira de cantor e adiantou que o mesmo fará uma ponta na novela, lá para o sexto capítulo da trama. Essa eu quero ver, comentei até mesmo com a Aninha, a outra fã do músico sobre essa oportunidade. Por enquanto é só. Fui!!!

terça-feira, 28 de julho de 2009

Meu livro ganha título definitivo

Olá amigos! Estou escrevendo para este blog depois que comecei a desfrutar das merecidas férias no jornal onde trabalho, algo que não faço há dois anos. Com isso estou aproveitando para realizar atividades antes paralisadas, entre elas a de continuar escrevendo meu segundo livro, que agora tem um novo título, inspirado no nome de uma canção que o sambista Tibério Sabiá, um dos personagens da obra, compõe após um sonho que teve em um dia de fortes nevadas em Sampa.

O nome da canção é Alva Paulicéia e é carregada de poesia, destacando as belezas da neve que caiu na capital paulista, fruto de um feitiço inexplicável, e também exaltando o amor entre um casal que vive na cidade. Diariamente estou colocando novas idéias em minha obra, que pretendo finalizar ainda este ano. Também tenho outras novidades que aconteceram neste período de 14 dias:


Música na telenovela
Pela primeira vez desde que começou sua carreira solo, meu segundo ídolo da música Royce do Cavaco, que me inspirou a construir o personagem do meu livro citado acima, teve uma canção selecionada para uma trilha sonora de telenovelas. A partir de 4 de agosto, a música Lição de Amor poderá ser ouvida na novela "Bela, a Feia", da Rede Record. Já meu primeiro ídolo musical, o cantor e compositor Almir Sater teve diversas canções como trilhas sonoras de novelas, e até outros programas, sendo a mais importante a canção que é tocada na abertura do jornalístico Globo Rural. Um bom motivo para dar umas olhadelas na nova novela e mais um reconhecimento para a carreira do "sampista".


O arraiá que será inesquecível
Antes de entrar de férias, fui procurada por minha amiga Ramínia e seu marido Vevê, que decidiu organizar no Bom Pastor um arraiá com a tradicional dança de quadrilha de festas juninas. Então, resolvi ajudar com um CD de músicas para a dança e depois que entrei de férias, passei a ensaiar com os moradores para dançar. O papel da noiva ficou para Thaís, irmã da minha amiga. E eu, como sempre, dançando com o mesmo vestido que tenho há oito anos. Foram dois dias inesquecíveis de festa.

No primeiro, dancei sem o Vevê, que foi meu par oficialmente (já a Ramínia foi a narradora dos três grupos de quadrilha). Mesmo assim, consegui participar dançando com um dos meninos que dançaram no grupo das crianças maiores. Ao final fizemos uma foto só com algumas meninas, incluindo a noiva (abaixo).


No último dia, finalmente Vevê fez par comigo e chegamos a dançar (só o grupo de adultos) umas duas vezes (abaixo). Fomos muito aplaudidos, principalmente quando dois amigos resolveram entrar na dança e foram o destaque cômico da apresentação.



Aniversário do João Marcelo
Este ano, minha cunhada Raquel determinou: não faria uma festa com bolo e refrigerante para meu sobrinho, que completou quatro anos no dia 29. Ela resolveu que o levaria ao cinema para ver o filme "A Era do Gelo 3" e em seguida a uma lanchonete. Fizemos várias fotos posando junto a cartazes de filmes no cinema (abaixo) após o encerramento da sessão em que assistimos ao filme e fomos para Volta Redonda, onde fizemos uma parada no McDonald's. Além da minha presença e de minha mãe, também estiveram presentes minha irmã, os parentes da Raquel, incluindo três sobrinhos, a Ana Beatriz e mais os pais de dois dos três sobrinhos por parte dos familiares da Raquel. No meio da festa, o Marcelo apareceu no McDonald's para acompanhar tudo de perto.


Mais um arraiá para fechar
Minha irmã Leize foi convidada para um arraiá na casa da Adriana, nossa vizinha. No entanto, por ter viajado para o Rio de Janeiro para realizar um curso, passou o convite para mim, uma apaixonada por essas festividades. Então aceitei participar no lugar dela e não me arrependi. A festa não deixou a desejar em relação a do Bom Pastor, e até noiva tinha, no caso a Edilene. Além da tradicional quadrilha, também teve dança da cadeira (abaixo) e muita bagunça.

Bem, depois de muita bagunça, resta voltar agora à minha antiga rotina de jornalista em Resende. Por enquanto é só. Fui!!!

domingo, 5 de julho de 2009

Uma experiência diferente


Olá amigos! Hoje estou escrevendo direto da Cidade Alegria, um dos bairros periféricos mais importantes de Resende. Mesmo que o plantão de meu jornal esteja sob responsabilidade de minha colega Greici, tive que voltar, não por causa das entrevistas, mas porque minha irmã está prestando prova para o concurso público da Prefeitura de Porto Real, e fiquei até às 18h esperando. Por isso aproveitei e vim a uma lan house para acessar a internet.

Então aproveito também para falar sobre a experiência de participar de um programa de rádio gravado, algo que nunca aconteceu comigo, uma vez que entrei ao ar somente ao vivo. Foi no estúdio do radialista Aloízio Braz, conhecido como Simplício (na foto, de branco), que tive esta honra. Tudo começou quando precisei de entrevistar um dos participantes do programa para uma matéria que fiz para a edição do dia 3 de julho sobre a Associação Folclórica e Cultural dos Sertanejos de Resende. Logo que cheguei à casa do radialista, comecei a entrevistar o Paulino, que durante o programa Parada da Alegria, de Simplício, costuma avaliar o conteúdo da letra de cada canção.

Terminada a entrevista, gravamos o programa de rádio e participei na condição de convidada. Aproveitei para opinar sobre as canções e fiquei imaginando se tivesse fazendo o mesmo em uma programa de rádio jovem, onde algumas das canções executadas sequer tem letra decente. Falei sobre meu trabalho e o Simplício sugeriu que eu participasse mais do programa para desenvolver minha habilidade no rádio. Não é a primeira vez que tenho esta oportunidade. Há quase oito anos fui estagiar na Rádio Agulhas Negras, onde eu ficava trabalhando na redação na produção de notícias. Inclusive cheguei a apresentar um noticiário ao vivo.

Mas é um convite para se pensar a longo prazo, afinal não ficarei a vida inteira só no jornal impresso. E outra: fui elogiada depois da divulgação do programa pelo sogro da minha patroa. Talvez, quando eu estiver de férias voltarei a participar das gravações. Por enquanto é só amigos. Fui!!!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Virei doadora de medula óssea


Olá amigos! Voltei para falar de meu sétimo plantão, que aconteceu entre os dia 27 e 28 de junho. Durante este final de semana, fui testemunha de uma ação solidária, e até topei participar da campanha promovida pelos familiares e amigos do estudante resendense José Carlos da Silva Nascimento, conhecido como Carlinhos (no detalhe da foto acima). Ele descobriu em agosto do ano passado que está com Leucemia Mielóide Aguda (LMA), uma doença que provoca produção anormal das células brancas do sangue, comprometendo a saúde do paciente.

A campanha consta em conseguir o cadastro de 1 mil pacientes para possibilitar a vinda dos profissionais do Hemorio, que trabalharão em parceria com a Aman em busca do doador compatível para o jovem. Durante a entrevista, que fiz na manhã do dia 27 para o site do jornal BEIRA-RIO, aproveitei e me cadastrei para fazer parte de um banco de medula óssea em todo o Brasil. Agora resta saber se serei compatível com ele.

Também tenho outra novidade para contar: a matéria que fiz sobre o Carlinhos concorrerá no 11º Prêmio Embratel, voltado à imprensa. Inscreverei nos próximos dias a reportagem que publiquei em maio e caso eu ganhe o prêmio, em dinheiro, pretendo dividi-lo com a família do rapaz.


O final de semana também teve comemoração de aniversário e inauguração da Cidade do Trânsito, cuja inauguração teve direito a apresentação de uma coreografia das crianças da Escola Municipal Área de Lazer Julieta Botelho (foto acima), escolinha de Educação Infantil que fica nas dependências do parque, falando da importância de se respeitar as cores do sinal de trânsito. Outro evento realizado no mesmo dia foi o Resende Saudável Itinerante, onde também a família de Carlinhos deu continuidade à campanha do dia anterior e marcou presença.


O aniversariante daquele dia foi o vice-prefeito de Resende Noel de Oliveira (acima, com a primeira-dama Ana Paula Rechuan), que na última sexta-feira, dia 26, completou 80 anos e 50 de vida pública. A primeira homenagem que recebeu foi no plenário da Câmara de Resende no último dia 25, em sessão solene. Noelzinho, como é conhecido, foi duas vezes vereador (1955-1962); deputado estadual pelo MDB, entre 1977 e 1979 e em 1982, foi eleito prefeito de Resende.

As prioridades do governo foram os investimentos em saneamento básico e a recuperação de documentos históricos pertencentes ao município. Outra marca de sua gestão municipal foi a criação do Colégio Técnico Municipal Agrícola Dom Ottorino Zanon, direcionado para a formação técnica. De 1995 a 1999, foi deputado federal. Atualmente, está filiado ao PDT, mas a maior parte da sua militância foi no PMDB e MDB. Ele é o político mais antigo em atividade em Resende. Parabéns, vice-prefeito!

A CONQUISTA MAIS EMOCIONANTE


Dia 28 de junho de 2009. Esse dia ficará marcado pela conquista de campeonato mais suado da seleção brasileira de futebol, em que o time teve que recorrer a uma heroica virada contra os Estados Unidos, na final da Copa das Confederações, na África do Sul. O time começou perdendo por dois a zero no primeiro tempo, mas no segundo a história foi outra.

Luis Fabiano estava com sede de gols, e desde o primeiro tempo já dava trabalho aos zagueiros americanos. Mas os gols saíram apenas no tempo complementrar, quando o mesmo atacante marcou aos 40 segundos do segundo tempo. Aos 28 minutos, ele repetiu a dose. E para finalizar e desempatar o duelo, eis que nosso zagueiro e capitão Lúcio, que está desempregado, cabeceia a bola em um dos lances de ataque do Brasil e acerta o gol adversário. E se emociona após o feito. Com o término da partida, o zagueiro ainda levantou a taça de campeão (foto acima/Divulgação Terra), também visivelmente emocionado, assim como os brasileiros que acompanharam a partida. Parabéns a todos que foram importantes na conquista. Por hoje é só. Fui!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Voltando a escrever em meu blog

Olá amigos, pela primeira vez este mês estou escrevendo neste blog. A cada dia que passa, desde que recomecei meus trabalhos pelo jornal, tem sido cada vez mais raro. Como eu já postei anteriormente, sempre que tenho meu tempo disponível, surge a maldita falta de inspiração para escrever, ainda que os assuntos sejam variados. Ao menos, exerci meu lado escritora, tanto vendendo quanto escrevendo.

No último dia 30, fui uma das presenças do Café Filosófico do UBM, em Barra Mansa. O lançamento do livro "Argélia 2022" foi um sucesso entre os poucos freqüentadores. Levei uns dez exemplares, e metade foi vendida. Nos últimos dias, prossegui escrevendo meu livro "Terra da Garoa", que mudará de título. Ele será inspirado no título de uma canção do personagem Tibério Sabiá criada durante o período das nevadas. No entanto, só colocarei o título da próxima vez em que eu voltar para o computador.

Já digitei o provável final do livro no segundo final de semana do mês. Fiquei de meia-noite até às duas da manhã do dia 13 ao dia 14 escrevendo e acabei até perdendo a celebração da igreja que freqüento, mas fiz questão de ir à reunião. Mais tarde, porém, continuei escrevendo minha obra.

Saindo do assunto, no dia 17 fui surpreendida por uma notícia: acabou a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista. Percebo o quanto nós colegas da imprensa acabamos deixando que a vontade dos empresários do mercado jornalístico impusessem suas vontades e o Supremo Tribunal Federal decidiu a favor deles. Agora imagino que as empresas desses cidadãos poderão colocar quem eles bem entender em uma função que não é meramente o que me motivou a criar este blog, é muito mais que isso.

Um escritor pode inventar a notícia, jornalista tem que respeitar a verdade dos fatos. E escrever para um jornal não é como ser um cozinheiro, como afirmou o presidente do STF, Gilmar Mendes. E para que essa decisão não venha a trazer injustiças para os diplomados em favor dos que não têm o curso, tem que haver uma definição das áreas para diplomados e não-diplomados para que não haja injustiças na profissão ou que algum deputado ou senador entre com um projeto de lei pedindo a volta da obrigatoriedade e que seja aprovado.

Mas pretendo finalizar a produção de meu blog com o desfile de algumas fotos que fiz. São de filhotes de cão e gato, os últimos de minha gatinha Brida, que deu a luz no último dia 9, e de uma calopsita. Por hoje é só. Fui!!!

Os "bebês" de minha gata, conhecida como Bibi ou Bibixa:



O casal de Pinschers da Feira de Filhotes, que fica até dia 28 em Resende:


A dupla de Fox Paulistinhas da mesma feira:


A calopsita Xuxa em meu ombro:

sexta-feira, 29 de maio de 2009

"Vamos fazer uma boa tarde?"


Olá amigos, estou mais uma vez escrevendo para vocês para falar sobre tudo o que aconteceu nas últimas semanas em que fiquei ausente. Ganhei mais um amigo famoso, comemorei o dia das mães com direito a churrasco com salada, fiz mais um plantão no jornal e agendei para fazer mais um lançamento de meu primeiro livro, agora na faculdade onde estudei.

Enquanto eu colocava mais uma personagem em meu próximo livro, num momento de navegação pelo Youtube, assisti a um vídeo com imagens do município catarinense de São Joaquim - que deverá também aparecer em minha obra em breve por ser terra de um de meus personagens - conhecida por suas baixas temperaturas e pela "visita" da neve pelo menos uma vez ao ano, algo que encanta a maioria dos brasileiros no inverno, sejam eles turistas ou moradores. E encontrei um vídeo de 1990, quando a equipe do Jornal do Almoço, o noticiário regional mais famoso de Santa Catarina, subiu a serra para fazer uma edição especial do programa, aproveitando um dos maiores eventos de registro da neve, que naquele ano apareceu em São Joaquim 12 vezes.

Naquele encantador vídeo, cinco jornalistas se revezavam para apresentar as atrações em uma das praças do município. Um deles anunciou no começo do programa que a equipe ficou sem retorno de vídeo devido ao excesso de neve que cobriu a retransmissora de TV da região em Urupema, município vizinho e que também recebe anualmente o fenômeno climático. Era o Mário Motta (foto acima), que curiosamente descobri que é âncora do mesmo noticiário atualmente.

Paulista de Santo André, Mário nasceu e foi criado no Circo Pérola, que era de propriedade de seus pais, que em 1975 venderam o circo e fixaram residência em Tupã, interior de São Paulo. Lá, Motta cursou a faculdade de Educação Física e passou a ter seu primeiro contato com o meio jornalístico. Depois se mudou para Lages, em Santa Catarina e daquele estado nunca mais saiu. Em 1986, passou a trabalhar na RBS TV de Florianópolis e assumiu a função de apresentador do noticiário regional. A exemplo do Royce, ele também tem perfil no orkut e ainda ganha do sambista paulistano em perfis, cinco contra três. E eles têm mais alguma coisa em comum: são carismáticos.

Se o Royce foi o primeiro ídolo a se tornar meu amigo, Marinho - como era chamado no elenco do filme em que participou, "Maria 38", ainda criança - é o primeiro a ter bordão próprio. Quase todo dia, ele se despede do telespectador com a frase "Vamos fazer uma boa tarde?", famosa em Santa Catarina. E até blog em homenagem o jornalista de origem circense tem. É o "Viúvas do Mário Motta", que fala essencialmente de assuntos políticos. O endereço do blog é: viuvasdomarmota.blogspot.com.

DIA DAS MÃES
Pelo segundo ano consecutivo, passei o Dia das Mães no dia 10, em Vargem Alegre, distrito de Barra do Piraí onde meu "cunhado" Vinícius mora. Na ocasião, aproveitei para apresentar o meu livro para a família do rapaz, sendo que uma tia dele aproveitou para comprar. O mais interessante da comemoração foi que o almoço deles era um churrasco mesclado com salada, ao mesmo tempo que comíamos carne, pão d'alho e vinagrete, também incluíamos no almoço tomate, palmito, alface, kani e outros ingredientes saudáveis e com direito a sobremesa feita pela vovó Edmea.

Ainda embalados pelo campeonato do Mengão no Estadual, fizemos várias fotos, inclusive esta que está acima, só com torcedores do time e a bandeira ao fundo. Ela tem uma história curiosa, pois caiu de dentro de um ônibus lotado de torcedores que foram ao Rio de Janeiro ver a final, Vinícius a encontrou e levou para casa, onde fica enfeitando a entrada da casa dele.




MEU SEXTO PLANTÃO
Ao contrário do quinto plantão, que me rendeu muitas matérias de impresso e online, o sexto foi mais pobre em ocorrências. Consegui apenas registrar alguns eventos no Calçadão e na Praça do Centenário no dia 16 e no dia 17 fui a Itatiaia para registrar e completar minha matéria de cultura. Lá foi realizado o Arte na Praça, com várias atrações e lotado de gente. Lá comi uma macarronada vegetariana, com massa feita de beterraba. Depois de um certo tempo, avaliei as possibilidades de lançar meu livro na próxima edição do evento.



LANÇAMENTO DE ARGÉLIA 2022 NO UBM
E por falar em lançamento, agendei um para do projeto Café Filosófico, realizado todo último sábado no UBM. O evento acontecerá em um segundo momento, no auditório da faculdade, após um debate com a artista plástica Jane Chiesse sobre arte e criatividade. Será a oportunidade de realizar a apresentação do livro na faculdade, já que os primeiros lançamentos aconteceram no final do ano passado. Por enquanto é só. Fui!!!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Mais um personagem para meu novo livro

Olá amigos! Mais uma vez fiquei uma semana sem dar as caras por aqui. Também acabei me dedicando mais à escrita de meu livro, que ganhou um novo personagem que promete ser uma das peças-chave para que o problema encontrado pelos demais seja resolvido. E mais uma vez decidi me inspirar em uma amiga.

A felizarda dessa vez foi uma amiga paulista, que nasceu em Guaratinguetá, mas vive em Queluz junto com o pai, já que perdeu a mãe ainda adolescente. Conheci Stela Biondi quando eu ainda cursava a faculdade de Jornalismo e ela era do Direito, no Centro Universitário de Barra Mansa. Da última vez que a vi, em Resende, ela ainda trabalhava como professora primária em uma escola pública da cidade onde mora. É vegetariana, não era muito chegada a modernidade, tanto que nunca a vi de celular, e tem um pensamento imprevisível.

Uma certa vez ela me pediu um personagem em um livro meu. Isso foi em 2002, quando fui visitar a casa dela pela primeira vez e eu ainda escrevia "Vassallo e Carioca". Como não havia condições de encaixá-la, decidi que esperaria para escrever outro livro. No entanto, havia a possibilidade de colocar um personagem que conviveu com a vilã Aninha Damião no passado e que revelará a identidade verdadeira do jovem estudante de meteorologia Leandro, que quebra a cabeça estudando a origem da nevada que assolou Sampa.

E esta é Stela Sgarbossa, inspirada nessa amiga "de outro mundo" que eu fiz. Aguardem o lançamento do livro para saber mais sobre ela. Por enquanto é só. Fui!!!

LISTA DE PESSOAS EM QUEM ME INSPIREI PARA FAZER ALGUNS PERSONAGENS

Demetrio Albertini, ex-futebolista italiano
Francesco Vassallo

Federico, filho de Demetrio
Alberigo Vassallo

Royce do Cavaco
Tibério Sabiá

Ramínia (minha amiga do Bom Pastor)
Rita Santos

Loliza Domingues (dona do blog)
Lolita Aquino

Luan (amigo que fiz no site Brasil Abaixo de Zero)
Leandro Pavanelli

Aninha Ernesto (amiga paulistana que conheci no Orkut)
Aninha Ernesto, a carnavalesca

Stela Biondi
Stela Sgarbossa

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Muito além de um café colonial


Olá amigos! Finalmente criei coragem e decidi escrever em menos de uma semana para este blog, mas a correria dos dias de feriado no jornal me atrapalharam, mas de qualquer forma não faltou assunto. É que depois de passar pela padaria Palatos, de Barra Mansa, onde moro, descobri que por lá estavam servindo um café colonial, daqueles de hotéis das redondezas. E ao planejar o passeio, acabei tendo uma brilhante idéia: levar a câmera digital para fazer umas fotos.


A princípio, a idéia era apenas mostrar a satisfação que tive ao saborear o tal café da manhã. Mas ao ver as atrações previstas para o mesmo dia (um belo domingo de sol, dia 19), mudei um pouco de idéia. Ao sair da celebração (seria missa, mas com o falecimento de um padre em Volta Redonda, o padre que celebraria precisou se ausentar por ordens do bispo da diocese para uma missa de corpo presente e enterro) na igreja que freqüento, fui para a cidade e passei na padaria e lanchonete.




Ao chegar lá, a mesa na parte de dentro da lanchonete estava repleta de pães, biscoitos, bolos, ovos mexidos, frutas, café e chocolate quente. Me servi umas três vezes, afinal, paguei até um preço salgado, mas podia me servir à vontade. Isso me fez lembrar o almoço do Trem Azul, em Resende, no dia 20 de novembro do ano passado. Atraída pelo que estava acontecendo do lado de fora, aproveitei e fui passear de Trenzinho da Alegria por uns 15 minutos.



O meio de transporte é tradicional em Barra Mansa e Volta Redonda, e possui mais de 40 anos de existência, pena que eu não tenha fotos de minha infância registrando meus passeios nele junto com meu pai. Lembro-me vagamente que minha mãe também veio a participar quando eu ainda tinha uns quatro anos, encerrando o ano letivo de 1984, pouco antes do Natal. Todas as crianças foram vestidas de Papai Noel passear no trenzinho por toda a cidade.



Quem conduz o tradicional veículo de transporte infantil é Sr. Anésio, motorista desde aquela época, auxiliado por seu fiel bilheteiro Adriano. Há pouco tempo atrás, no ano passado, estive com a Ramínia e o filho mais velho dela, Pedro, passeando no trenzinho. Naquele dia, ela levou o menino ao médico e decidiu passear com ele. Mas no passeio de hoje resolvi fotografar alguns pontos do trajeto, realizado no bairro Ano Bom.



Terminado o passeio, fiquei na Praça Barão de Guapy, onde estava rolando uma apresentação do Terreiro do Leão, uma roda de samba com um grupo apoiado por uma empresa de transporte de cargas da cidade. Pedi os contatos do pessoal que apóia o grupo, uma vez que pretendo convencer meus amigos sambistas a trazerem meu ídolo-amigo para uma apresentação especial por aqui.



Ainda fiquei por mais algumas horas passeando pela praça e pela rua do Palácio Barão de Guapy, antiga Câmara Municipal, que hoje funciona no antigo Fórum. Do lado de fora dava para ver barracas de artesãos e um estande onde se comemorava o Dia Nacional do Livro. Sem contar com as muitas pessoas que circulavam ali, algumas acompanhadas do melhor amigo de quatro patas. O passeio terminou às 14h, com o encerramento das atividades.



Após o passeio, fui para casa, almocei e nem pensei em mais nada, já que desde ontem estou com uma crise de rinite alérgica e acabei dormindo para amenizar os efeitos. Nem o clássico entre Flamengo e Botafogo, que definiu o campeão da Taça Rio, assisti. Aliás, torcedor foi o que não faltou nesse dia, tanto de um lado quanto de outro. Eram pais, mães e filhos que foram uniformizados passear. Até um mascote de espuma marcou presença. Depois desse grande passeio, por enquanto é só. Fui!!!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Duas semanas de ausência no blog

Olá amigos! Fiquei quase duas semanas sem escrever neste blog, confesso que tive um certo desestímulo principalmente por causa de meu quinto fracasso em ver meu ídolo paulistano, mas também pela complexidade dos temas que poderia abordar do dia 3 até hoje, desde o meu passeio em Sampa (que não se concretizou por causa de um acidente com a minha amiga que mora na capital) até o relato de meu último final de semana.

Portanto, fiquei com muita coisa para contar. A começar pelo plantão do primeiro final de semana deste mês. Minha editora havia informado que nesta ocasião, quem ficasse no plantão faria uma reportagem especial sobre o IV Dia da Noiva, evento que aconteceu no Ciman, em Resende, no último dia 5. E assim, tive a oportunidade de visitar a feira, que oferecia vários serviços para quem pretende se casar, do vestido de noiva à decoração da casa. Boa parte das informações que apurei consegui publicar em minha matéria que saiu na última edição do jornal, no dia 10. Mas outras acabaram ficando do lado de fora devido a falta de espaço na matéria.

É o caso de um curso que é feito pela Igreja Católica com os casais que se preparam para o matrimônio no prazo de um ano. Conforme entrevista que realizei com os responsáveis pelo curso, os noivos só poderão se casar na igreja munidos do documento que comprova a participação deles. Neste período, que dura aproximadamente um mês, eles assistem a palestras com religiosos e profissionais da saúde, que falam sobre a importância do planejamento familiar, do relacionamento a dois, entre outros assuntos. Fiquei praticamente uma hora conversando com meus entrevistados.

Nesse dia, saí muito tarde de Resende, e cheguei por volta de 21h30 em casa. o legal da feira foi que ganhei uma revista especializada em casamentos, feita em Volta Redonda, município que concentra 90% das empresas que trabalham com casamentos e que estiveram presentes ao evento.

ELA COMPLETARIA 18 ANOS
Se no último dia 6 ela estivesse viva, completaria 18 anos. Estou falando de minha antiga mascote quadrúpede, a gata siamesa Luiza. Nascida em 6 de abril de 1991, ela veio ao mundo no tempo em que eu só queria ver novelas na TV e quase fui reprovada na quinta série do Ensino Fundamental. Só para se ter idéia, mesmo que não tivesse noção do que os humanos fizeram durante todo esse tempo, ela "vivenciou" eventos familiares, entre eles todas as minhas formaturas e quase todas as da Leize, além da formatura de minha mãe no curso de Geografia; o nascimento de dois sobrinhos e das duas filhas de minha empregada; e a morte de meu amado pai.

Neste período, foram realizadas cinco copas do mundo de futebol e quatro olimpíadas, ocorreram tragédias como o de 11 de setembro de 2001, tive em dois cantores brasileiros e um jogador de futebol italiano meus maiores ídolos e quatro presidentes governaram o Brasil. Luiza nasceu em Barra Mansa, no bairro Vila Coringa, e foi adotada por minha mãe dois meses depois, atendendo a um desejo nosso de domesticar um animal de estimação em definitivo. Antes dela, todos os animais que domesticamos eram abandonados, doados para outras pessoas ou sumiam de casa.
Ela era mais apegada à minha irmã, e adorava dormir na cama. Sempre foi muito carinhosa com todos, mas também gostava de morder a gente para chamar a atenção. Luiza morreu ano passado, no dia 21 de janeiro, vítima de câncer, aos 16 anos. No entanto, receosa de ver minha mãe sofrer uma piora nas crises depressivas desde a morte de meu pai, decidi adotar outra gatinha siamesa e levei para casa uma mestiça chamada Brida, no dia 15 de novembro de 2007, dois meses antes da morte da Luiza. Mas Lulu é Lulu, e ela será tão insubistituível quanto meu pai.

DIA DO JORNALISTA
No dia seguinte ao do aniversário de nascimento da Luiza, foi comemorado o dia do jornalista. Mas em minha profissão tive pouco o que comemorar, já que trabalhei muito para garantir o fechamento de uma das edições. O jornalista é um profissional que infelizmente em nossa região é mal pago, seu piso salarial é considerado baixo se compararmos com profissionais de praças como Rio e Sampa. Por isso me decidi: se eu tiver que trabalhar como jornalista em outro lugar eu optarei por uma dessas duas cidades ou por um emprego em que eu ganhe melhor.


A SEMANA SANTA
A princípio passaria a Páscoa em Sampa, pois queria ter assistido a um show do meu "sampista". Mas um acidente com o pé e a unha de um dos dedos de minha amiga Aninha adiaram mais uma vez nossos planos. Melhor para minha mãe, que como sempre foi contra esse passeio, pelo menos se eu for sozinha. Mas como não encontro ninguém disponível ou em condições, terei que insistir em cada chance que eu tiver, não vou deixar de ver aquele que até agora foi meu único ídolo-amigo por causa de caprichos ou de dificuldades. Enquanto isso, apenas comemorei a data comendo ovo de chocolate da Pucca (que veio com uma canequinha) e tendo que rir para não chorar de uma situação como a que eu vivenciei no dia: minha mãe tirando pose com uma nota de cem reais que eu dei como garantia de pagamento de contas. Eu fui "premiada" duas vezes, minha mãe nunca. Por isso o motivo da euforia.

MAIS UM TRECHO ESCRITO
Também aproveitei o feriado para escrever meu livro "Terra da Garoa". A história caminha para a metade, e ainda reserva surpresas e entrada de personagens cruciais para a resolução do problema encontrado na trama. Ainda vou precisar de realizar algumas tarefas, como entrar em contato com um meteorologista e uma moça paulistana que foi morar na Europa, para que eu consiga mesclar na dose certa a fantasia, a ficção e a realidade que a obra proporciona. Por enquanto é só. Fui!!!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Royce no país da Bobagem


Ola amigos! Estou em estado de alegria... Sabe por que? Estou ouvindo meu ídolo ao vivo. E a segunda vez em menos de uma semana que ouço sua bela voz na rádio, domingo passado ele participou do programa "Arquivo da Trans", da rádio Transcontinental FM de Sampa. E hoje ele foi o convidado do "Café com Bobagem". A galera do programa - que não deve nada ao Pânico - conseguiu me fazer rir com trocadilhos usando o nome do Royce.


A que me deixou chorando de rir foi aquela em que um dos apresentadores imitou um caipira falando da "Roça de Tabaco", uma brincadeira com o nome artístico do sambista. Da mesma forma que no programa de domingo, o público do Café participou por telefone e MSN. Infelizmente tive que ficar fora de casa e ouvir o programa na lan house, o que me obrigou a não ligar e muito menos consegui acesso ao endereço de MSN do Café.


Depois, eles parodiaram junto com o Royce um samba do cantor, "Pra que Brigar", com o nome "Pra que Pintar", uma homenagem à algumas mulheres. Até música para o grupo ele cantou. Citaram as músicas "Meu Coração é Teu" como o Hino do Transplante e "Frente a Frente" como Melô da Prostituta. O sambista também relembrou grandes sucessos de sua carreira, entre eles sambas de enredo como o da Rosas de Ouro de 1992. E a hora então em que ele cantou "Alfredo me Traz um Limão", com o trecho "(...) E quem tem força no Punho? É... pugilista!!!"?


Na domingo passado, ao menos, pude participar dando minha opinião pelo MSN. Mas como havia muita gente, nem precisei pedir a música que eu queria. Mas foi divertido, depois que o programa terminou mandei uma mensagem ao cantor. E fui atendida depois de algumas horas, com uma mensagem de resposta do meu amigo, dizendo que está com saudade. Agora é torcer para que mamãe me compreenda e me deixe, finalmente, ver o Royce na Semana Santa sem que eu precise de levar alguém que não possa ir comigo. Vou sozinha se precisar! Por enquanto é só. Fui!!!

sábado, 28 de março de 2009

Meu livro também mostrará a cavalhada

Olá amigos! Depois de mais de 10 dias ausente, finalmente voltei a escrever neste blog. E estou escrevendo meu livro "Terra da Garoa" a todo vapor, e feliz por ter conseguido chegar na metade da história. Porém, precisarei de pesquisar bastante, pois um de meus personagens tem família no estado de Goiás. E o mesmo vai visitar a terra natal justamente no período da Festa do Divino e das cavalhadas, quando vários municípios locais, como Pirenópolis, parecem estar na Idade Média.

Nesses dias, precisarei quebrar a cabeça para descobrir quando foi realizada a cavalhada do ano 2000, época em que se passa a história do livro. No entanto, não tive muito tempo, já que fui para o curso de inglês e domingo estarei no jornal para um evento especial em Resende, para a apresentação de uma escola de samba em Penedo e depois voltarei para Resende e farei mais uma matéria.

Por isso, aproveitarei o momento em que eu estiver conversando com Aninha, a fã de Royce do Cavaco e acertarei os primeiros detalhes para que possamos nos encontrar na Semana Santa. Estarei também dando continuidade à escrita da obra enquanto converso com ela. Mais tarde voltarei para contar algumas novidades. Por enquanto é só. Fui!!!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Meu terceiro plantão de 2009

Olá amigos! Estou aproveitando para falar aqui em meu blog como foi meu final de semana. Este também foi marcado por meu terceiro plantão desde que o jornal BEIRA-RIO passou a trabalhar com site e impresso ao mesmo tempo. Compareci tanto no sábado quanto no domingo.

No primeiro dia, me concentrei em duas noticias rápidas para o site, em uma matéria para o impresso e em uma ocorrência de acidente, esta sendo a mais demorada para fazer. O mais complicado foi obter informações dos nomes dos acidentados, sendo que dos feridos cheguei a obter os nomes de primeira ligando para o Hospital de Emergência de Resende, só que esqueci a idade dos feridos e tive que ligar para lá outra vez. Aí fui surpreendida por uma desavisada que jogou na minha cara que era antiético revelar a idade dos caras. Fiquei p... porque a colega dela revelou sem nenhum problema a identidade deles.

Já os dados do que morreu demorei mais tempo, mas foi menos complicado em relação ao tratamento que me deram. Conclusão: consegui só na parte da tarde soltar a nota.

As outras tarefas foram menos estressantes. Fui ao Calçadão para apurar uma matéria para o site sobre o trabalho feito pelo Procon do município em comemoração ao Dia do Consumidor, que aconteceu no dia 15. E depois do almoço, passei na Casa da Cultura, onde está sendo realizado até o próximo dia 20 uma exposição com trabalhos de artesãos resendenses. Dali extraí uma matéria rápida para o site e uma matéria para o jornal impresso. Saí depois das 18h.

Já no domingo, tive que apurar dois incêndios ocorridos em Resende e depois fui entrevistar um resendense que tentará a sorte no Resende FC depois do Campeonato Carioca. Dali tirei uma matéria de esporte para o site e outra para o impresso. Depois voltei e digitei a matéria. Saí mais cedo, mas não sem antes atualizar o site com outras informações e finalmente consegui falar com alguém da Aman para me enviarem o boletim. Em casa coloquei informação no site sobre a vitória do Resende contra o Mesquita.

MEU ÍDOLO EM ITAQUERA?
Nesse dia também não fiquei só trabalhando. Depois de duas semanas, consegui falar com minha amiga paulistana Aninha Ernesto, com quem converso via internet há mais de um ano e com quem cheguei a planejar dois passeios frustrados para ficar pertinho do Royce. No sábado à noite, por volta de 23h, ela entrou no MSN e ficamos conversando, ainda que eu estivesse com muito sono.

Ela me disse que nosso ídolo, amigo e intérprete de samba-enredo pretende continuar na Nenê de Vila Matilde, uma vez que ele confessou ter gostado da comunidade que desfila todo ano na agremiação da zona leste. Mas eu disse a ela que se ele optasse apenas pela Nenê, o Grupo Especial sentiria falta do intérprete. Também não é para menos: em 27 anos de desfiles nos carnavais paulistanos, caso seja exclusivo da agremiação, será a primeira vez que Royce não interpretará um samba-enredo no grupo principal, já que a Nenê foi rebaixada para o Grupo de Acesso.

Mas Aninha me contou que se depender de Seo Leandro, isso pode não acontecer. Segundo ela, um convite teria partido da vermelho-e-branco de Itaquera, bairro da zona leste paulistana para que o sambista defenda o hino da agremiação para 2010. Agora, a presença no especial só dependerá dele. Esperamos que para nosso deleite o “sampista” aceite. Caso afirmativo, voltarei a falar neste blog sobre a agremiação que o receberá no especial. Por enquanto é só. Fui!!!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Voltei a escrever meu livro

Finalmente o carnaval acabou, e eu me senti mais inspirada a escrever meu livro. Também tenho percebido que estou escrevendo em meu blog em um ritmo mais lento, pois o único tempo que tenho disponível para escrever, ora estou com sono, ora minha irmã está no computador, ora tenho outras coisas para fazer. No entanto, uma vez por semana tentarei colocar algum texto.

Foi na última segunda-feira, dia 9. Cheguei em casa, já com novas idéias que eu começara a bolar para a história. Inclusive em vez de ir dormir mais cedo, peguei papel e caneta e passei a fazer umas anotações, uma vez que minha irmã ficou na internet naquele dia. E mais idéias surgiram ao longo da semana. Estou lendo outros blogs acerca dos assuntos que estou abordando em minha obra, e voltarei a escrever.

Também aos poucos estarei refazendo contatos para a divulgação do primeiro livro. Hoje estarei enviando finalmente os contatos das livrarias para a que a editora mande os exemplares para comercialização. Semana passada conversei com minha prima de São Gonçalo que me ajudará na divulgação, possivelmente para o Rio de Janeiro e para a região onde moro. E estou planejando mais um lançamento de “Argélia 2022” para a faculdade onde me formei. Mandei uma mensagem para a pró-reitoria, mas não obtive resposta. Vou ver se tento outra vez.

Possivelmente aproveitarei a Bienal do Rio, que acontecerá em setembro que vem, também para o lançamento. Quem sabe até lá o público e os proprietários das editoras locais não poderão conhecer melhor Francesco e Chicco Vassallo, Laura Piacenza e Tibério Sabiá no mesmo dia?

GANHEI UM AMIGO ESPECIAL HÁ DOIS ANOS
Sei que devo estar perturbando a paciência de alguns ao falar muito sobre essa pessoa em meu blog, mas é que ela veio a representar uma fase importante em minha vida. Ainda mais porque veio a se tornar, além de meu sambista preferido, um amigo. Se não fosse a distância, possivelmente estaria assistindo a alguns shows dele e até desfilaria na mesma escola de samba onde ele é intérprete oficial.

Comecei a me interessar em saber sobre ele em 12 de março de 2007, depois do carnaval. Achei que seria passageiro, mas o instinto de tiete falou mais alto e aí fui procurar uma comunidade sobre o artista no Orkut e encontrei para minha surpresa o perfil dele. Mandei uma mensagem e recebi retorno, e assim fomos conversando pela internet. Pouco tempo depois, eu já tinha o MSN dele.

Conhecer o Royce do Cavaco me ajudou a fazer outros amigos, algo que eu não conseguia até há poucos anos, e isso me facilitou na hora de ter a oportunidade de conhecê-lo, algo reprovado por minha família em virtude dos riscos que eu correria viajando para Sampa. Mas deu tudo certo, e nossa amizade foi firmada: em 13 de outubro de 2007 pude, enfim, conhecer meu amigo, ao vivo e a cores. O primeiro ídolo em toda a minha vida. Caso eu não conseguisse essa façanha, minha preferência a ele se resumiria a uma reverencia aos deuses, o que para mim seria prejudicial no processo de fazer amizades.

Ele me trouxe alegrias no último carnaval depois que ganhou um prêmio concedido aos melhores da folia paulistana, como melhor intérprete. Há dois anos é uma das pessoas de quem mais falo para as pessoas, e que virou fonte de inspiração para escrever minha segunda obra. E o melhor de tudo é que ele presenteou os fãs com vídeos no Youtube, sendo que gostei muito da cena em que ele aparece com o filho para puxar o samba da X-9 em 2001.


UMA FOTO NO BLOCO
E para encerrar, aproveito para colocar em minha página a foto que vem logo acima do texto. Ela foi feita pelo fotógrafo Carlos Silva. Foi no dia do desfile do Bloco Crustáceos da Manguaça, em 14 de fevereiro, quando por distração esqueci minha câmera digital em casa e precisava registrar este momento. Mesmo com chuva e indecisa com o que eu faria neste dia, coloquei um vestido, uma bermuda, peguei minha máscara e tamborim, e embarquei para Resende. Não me arrependi, pelo menos não perdi a oportunidade de brincar em um bloco de rua. Por hoje é só. Fui!!!

domingo, 1 de março de 2009

Ressaca de carnaval

Olá amigos, depois de uma semana estou repleta de novidades sobre a folia deste ano. Algumas coisas não saíram da forma que eu imaginava e outras deram certo. De sexta-feira, dia 20, até terça-feira, dia 24, vários eventos mexeram com minha cabeça e contarei todos tintim por tintim.

A IMAGEM NÃO APARECEU NA TV

Sexta-feira (dia 20) – Saí do trabalho direto para o ensaio de minha escola de samba em Barra Mansa, porém, não houve ensaio ao contrário do dia anterior, quando treinamos o ritmo do samba-enredo da agremiação, cujo tema foi a fábrica de sonhos. Ao chegar em casa, o desfile das escolas de samba paulistanas já estava passando na TV, com o desfile da Unidos do Peruche. Como não saí para pular carnaval, decidi me poupar para assistir na manhã do dia seguinte ao desfile da Nenê de Vila Matilde, minha escola paulistana preferida.
Tomei um banho, jantei e fui dormir ainda passando o desfile da Rosas de Ouro. Acordei com o da Mancha Verde, mas decidi colocar o relógio para despertar no horário certo. E ainda consegui sonhar com o exato momento em que meu ídolo sambista começava a conduzir um samba na avenida. Ao despertar novamente, me preparei para pegar o notebook e digitar um trecho do meu livro “Terra da Garoa”, enquanto assistia ao desfile da Nenê, às 6h30 da manhã.
Como sempre, Royce do Cavaco (na foto acima, de Raul Machado, no carro de som) arrasou e agradou, enquanto a escola se concentrou de forma desastrosa, com uma alegoria com problemas de eixo e outra que teve um boneco com o braço quebrado, havia brigas com empurradores de alegorias e com destaque que não quis entrar no carro para desfilar. Além disso, a própria emissora de TV que transmitiu o desfile identificou meu ídolo na hora errada: ele não apareceu na imagem quando o crédito com seu nome foi divulgado.
Mesmo com todos os problemas, o desfile terminou antes do tempo-limite, mas a escola já é candidata a descer para o Acesso mesmo antes da apuração.


UM FIGURAÇA NO BARRACÃO


Sábado (dia 21) – Mal deu tempo para descansar. Depois que terminou o desfile da Nenê, comecei a me arrumar para trabalhar, neste carnaval não tive folga em nenhum dos dias. Primeiro fui fazer minha unha na manicure e em seguida peguei o ônibus para Resende. Ao chegar, atualizei o site com notícias em tempo real e à tarde saí para fazer reportagem sobre uma matinê em uma escola no bairro Santo Amaro, onde três alunas quiseram tirar fotos comigo. Inclusive a foto acima foi tirada por uma delas. Até passista mirim tinha na festa. Demorei umas duas horas e só saí de lá após telefonema da editora Ana Lúcia me avisando que o Resende estava classificado para a final da Taça Guanabara. Na redação, digitei uma matéria pequena sobre a matinê para o site e voltei para casa.
Anteriormente havia prometido que participaria de dois blocos em Resende: o Resende Frevo e o Saudade Não Tem Idade, mas por causa da minha escola de samba não pude. Porém, fui à toa, pois a mestre de bateria e mais uns seis integrantes da bateria foram desfilar em um bloco de Volta Redonda. Mas o que me chamou a atenção no barracão naquele dia foi uma figura estranhíssima, um cara alcoólatra, se achando o “cantor” da vez. Uns colegas meus de bateria colocaram a letra do samba para ele cantar, e o maluco disse que iria cantar do jeito dele. Aí foi um tal de “hello hello” pra lá, “hello hello” pra cá ao som dos surdos de marcação. Não agüentei e quase morri de rir na calçada. Ao chegar em casa, encontrei minha mãe assistindo ao segundo dia de desfiles em Sampa. Decidi dormir cedo, pois tive que trabalhar mais tarde.



O GRANDE DIA DOS DESFILES


Domingo (dia 22) – Levantei cedo e embarquei rumo à Itatiaia, onde aconteceu o desfile de um bloco nas ruas dos bairros Jardim Itatiaia e Campo Alegre, na verdade uma Caminhada Ecológica, principal destaque das atrações do carnaval de Itatiaia (Ecofolia 2009, primeira foto acima) que levou cerca de 500 pessoas a desfilar com abadas, adereços e alegorias feitas de material reciclável. Pude ver pessoas conhecidas como o prefeito Luiz Carlos Ypê e o irmão da Tirza Tayná, uma jovem escritora de Itatiaia, Thiago Neves (favor não confundir com o jogador tricolor).
Depois de encerrar a apuração da matéria, voltei para casa e editei a matéria no site. Almocei e voltei para o barracão para pegar minha fantasia e desfilar mais tarde no Parque da Cidade, a contrário do que a mestre de bateria havia dito, também não houve ensaio e fui embora. Cheguei em casa, me arrumei e coloquei a fantasia para tirar uma foto (logo acima) e fui junto com minha mãe para o local do desfile. Ficamos discutindo por causa da bolsa do tamborim, mas no fim deu tudo certo.
O desfile foi tranqüilo, pois já havia afinado meu tamborim e não precisei de ficar igual a uma desesperada pedindo para afinar. O desfile começou por volta de 20h30 e durou aproximadamente meia hora. Ao chegar, porém, fui colocar meu celular para carregar e dei por falta dele. No entanto, desconfiei de tê-lo esquecido no barracão, pois a última vez que eu havia notícias dele foi na hora de experimentar a fantasia e aí tive que atender uma colega. Isso originou o esquecimento. Como já estava tarde, pedi ao presidente da escola – usando o celular de minha mãe – que guardasse meu telefone caso alguém o encontrasse.

JOANA TETÉIA NO JORNAL E O DIA DA PORTELA

Segunda-feira (dia 23) – Depois de ver vagamente os desfiles de domingo para segunda na TV, e de dormir, me arrumei para ir mais cedo ao trabalho. Dessa forma, aproveitei para realizar uma entrevista com varredores de rua logo que cheguei ao trabalho. Mas o ônibus chegou tarde em relação ao horário que eu planejava estar em Resende.
Mais tarde, aconteceu em Resende o tradicional Bloco das Piranhas, com homens vestidos de mulher e vice-versa. Ao contrário de outros anos, a festa parece não ter registrado nenhum caso policial. Em vez disso, nos reservou uma surpresa divertida. Ao sair da redação para fazer uma outra matéria, me deparei com meu colega João Carlos, acompanhado dos filhos e da esposa, vestido de piranha. A Joana Tetéia foi visitar a gente. João estava todo bobo com a fantasia. Com o encerramento do meu horário de trabalho, fui embora e ao chegar em Barra Mansa, a primeira coisa que eu fiz foi procurar por meu celular indo ao barracão da Império de Saudade, e para minha felicidade, me disseram que haviam encontrado meu precioso instrumento de comunicação.
Mais tarde, me preparei para descansar um pouco e acordei para ver o desfile da Portela. Ao contrário do que aconteceu com a Nenê, a Portela me passou uma tranqüilidade fora do comum. A escola desfilou sem nenhum problema de evolução ou harmonia, tanto que a cogitei como uma das candidatas ao título no Rio.


CONHECI O IRMÃO DO NEGUINHO


Terça-feira (dia 24) – Fui convidada para dormir na casa de minha colega Thaísa, que mora em Resende, para que eu possa ver o Nêgo, irmão do Neguinho da Beija-Flor e intérprete do Império Serrano. Durante o dia inteiro, comecei a adiantar o trabalho de diagramação o jornal, além de fazer uma matéria completa sobre o balanço do carnaval. Para que eu não me atrasasse para ir à casa de minha colega para depois acompanhar a cobertura do último dia de carnaval em Resende, tentei agilizar meu serviço, mas a chuva forte que caiu nesse dia e a apuração do carnaval paulistano me atrapalharam um pouco.
Uma coisa era certa: a Nenê foi rebaixada para o Grupo de Acesso junto com a Peruche (a campeã foi a Mocidade Alegre, a mesma que tinha uma rainha de bateria que tocava tamborim). Naquela hora, a ansiedade subiu à minha cabeça: e agora, como vou desfilar ano que vem? Planejava desfilar na bateria da escola e agora terei que esperar 2011? Isso terei que ver ao longo de 2009. No entanto, consegui sair de lá antes das 20h e me encontrei com a Thaísa no Bob’s, mesmo debaixo de chuva. E por causa dela, quase não fui ver o Nego. Mas graças a uma matéria que deixei para fazer neste dia e não havia conseguido também por causa do mau tempo, tivemos que voltar horas mais tarde ao Centro de Resende.
Inicialmente fui para fazer uma matéria sobre o trabalho dos ambulantes sem tendas para vender seus produtos, e em seguida tive a oportunidade de conversar brevemente com o intérprete carioca, o terceiro que conheço pessoalmente, depois de Dominguinhos do Estácio e Royce do Cavaco. Na hora da foto, porém, o cara me abraçou com vontade. E continuou no palco cantando enquanto eu e minha colega fomos embora para a casa dela.

Além do que aconteceu nesses dias, outros fatos ocorreram fora desse período, já na quarta-feira de cinzas, dia 25, sendo o que mais chamou a atenção o campeonato do Salgueiro, que quebrou a incômoda seqüência de campeonatos da Beija-Flor. E minha Portela por pouco não passou a escola nilopolitana para trás, ficando em terceiro. Todas deram o ar da graça no sábado das campeãs, que foi ontem, dia 28 de fevereiro. E em Barra Mansa o mesmo resultado do ano pasasdo: a campeã foi a Boa Sorte, e a Império ficou em terceiro. Bem, agora acabou o que era doce, aos poucos tomarei minha rotina normal, voltarei a divulgar meu livro, escrever o outro... Por hoje é só. Fui!!!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Vai começar a festa


Olá amigos! Estou escrevendo direto de meu local de trabalho em Resende para avisar que hoje é o primeiro dia de carnaval por aqui (foto). E com a mudança de governo, a folia promete ser nos próximos anos diferente do que o resendense já viu nesses últimos 12 anos. Por enquanto, não deu para oferecer grandes opções ao folião que mora na cidade e ainda prefere passar os cinco dias da festa profana em outros municípios como Rio de Janeiro e Quatis.

É bem verdade que Resende viveu melhores momentos durante o carnaval. Em décadas anteriores surgiram blocos de embalo e enredo, além das escolas de samba, como Alto dos Passos e Unidos de Nova Liberdade. Nas décadas de 80 e 90, as agremiações recebiam para desfilar e eram mais fortes, inclusive fizeram história na Avenida Rita Ferreira da Rocha (Beira Rio). Mas neste período mais recente, observei que tudo isso regrediu com algumas administrações que preferiram trabalhar com o que é mais rentável e que fosse menos custoso, e então atrações com duração perene, como os trios elétricos, tiveram prioridade.

Minha folia ficará este ano reduzida a duas cidades, Resende e Barra Mansa, mas acompanharei pela TV os desfiles de Rio e Sampa, com prioridade para Portela e Nenê de Vila Matilde, respectivamente. Por aqui, pretendo desfilar pelo bloco Saudade Não Tem Idade e pelo Resende Frevo e em Barra Mansa pela escola de samba Império de Saudade. Hoje ainda ensaiarei por minha agremiação.


INSPIRAÇÃO PARA ESCREVER LIVRO
A entrada de Royce do Cavaco (foto) no sambódromo do Anhembi para dar início ao desfile da Nenê me inspirou a escrever um trecho do livro “Terra da Garoa”, mesmo que cronologicamente isso demore a acontecer. No livro, Sampa se recupera de uma nevasca e promove uma partida de futebol profissional e amistosa entre São Paulo e Palmeiras. No decorrer do jogo, a torcida e os jogadores poderão se deparar com uma surpresa, que contarei somente no livro. Estarei com um notebook na mão digitando enquanto acompanharei atenciosamente tudo pela TV.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Carnaval só no interior


Olá amigos! Estou de volta depois de uma semana de muita festa. Terminarei passando o carnaval sem ter ido uma vez sequer ao Rio ou a Sampa para ver os ensaios de Nenê ou Portela, por imprevistos que eu considero bobos, mas importantes para outras pessoas, como a visita de um familiar. Ou apenas boatos, como o do roubo na casa da Érica, que trabalha em minha casa.

Por conta disso, decidi que para o próximo ano de folias tomarei atitudes mais drásticas para não ficar perdendo todas as oportunidades de me divertir. Uma delas é continuar fazendo muitas amizades, principalmente com paulistanos, já que isso me dificulta na hora de visitar meu amigo sambista. E continuar em contato com um tio meu no Rio de Janeiro. Mesmo assim é bom ressaltar que imprevistos acontecem, mas em excesso podem prejudicar muito o emocional de uma pessoa. E prevenir é melhor do que remediar.

Uma das idéias que tive para não perder atrativos em 2010 será me tornar ritmista de uma agremiação paulistana, ainda que não seja uma tarefa das mais fáceis, o plano B neste caso seria juntar minhas economias para comprar uma fantasia e participar de outra ala com uma amiga que também é fã do Royce e com quem teclo há um ano aproximadamente. Para compensar a perda do pré-carnaval, combinamos de assisitir a um show do artista da próxima vez que eu aparecer por lá, ainda este ano.

Uma das idéias estou desenvolvendo a partir dessa semana, comparecendo aos ensaios de minha escola de samba, a Império de Saudade, em Barra Mansa, sempre que possível. Devido à demora na entrega da verba - que também é escassa -, à falta de um espaço coberto para ensaios, sem falar das chuvas típicas da época, quase não conseguimos ensaiar e estamos correndo atrás do tempo perdido.


Enquanto alguns dão um duro e chegam a madrugar no barracão improvisado na associação de moradores do bairro (foto acima), outros aproveitam para passar a letra do samba e para ensaiar a bateria (foto seguinte), que é o meu caso. Sou tamborinista da agremiação há três anos e participarei de meu quarto carnaval desfilando em uma escola de samba. O primeiro dia pra valer dos ensaios teve esporro de pai de mestre de bateria, que ensinou alguns segredos das baterias cariocas e paulistanas, o que pode me ajudar futuramente. Depois de segunda, retorno aos ensaios só na quinta, um dia antes de começar o carnaval. Mais tarde volto para falar sobre outros assuntos. Fui!!!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Uma nova fisioterapeuta no pedaço


Olá amigos! Hoje é um grande dia de festa, mas ainda não é carnaval. Na verdade são as festividades de formatura da minha irmã Leize (foto acima). Mas o clima de festa começou no dia 5, com a chegada dos meus tios João Luiz e Cristina, que me ajudaram na decoração do Lions Club de Miracema para o lançamento de meu livro, e de meus primos Vanessa, Vivianne e João Victor. Minha avó Thereza já encontrava-se em minha casa desde o dia 19 de janeiro.

Assim que cheguei em casa, cumprimentei todos e convidei-os para irmos ao ensaio da escola de samba Império de Saudade. Meia hora mais tarde, lá estavam eles para ver a batucada inicial de nossa bateria, que somente nesse dia começou a ensaiar para o desfile de domingo de carnaval. Os integrantes puderam conhecer meus tios, minha prima Vanessa e minha irmã. E meus parentes tiveram a oportunidade de me ver tocar tamborim na bateria da escola.

Para mim, o dia da colação de grau foi de trabalho. Aproveitei para ir a Itatiaia fazer uma entrevista com uma professora e artista plástica da cidade que já trabalhou com carnavalescos como Fernando Pamplona e Rosa Magalhães e os ajudou nos preparativos das fantasias e alegorias nos carnavais da década de 70 no Rio de Janeiro. Há 30 anos, trocou a agitação dos barracões cariocas pelo sossego da turística Penedo e nesses últimos dias está trabalhando com um equipe formada por 20 pessoas no Espaço das Artes, atrás do Fórum da cidade.

Depois de chegar à redação do jornal e de deixar parte do meu trabalho já concluído, terminei meus trabalhos e fui à casa da editora do jornal para tomar um banho e me arrumar para a colação de grau. Antes fui fazer minha unha, uma vez que não pude voltar a Barra Mansa para ir à casa da Mercedes. Em seguida peguei um ônibus e fui para a rodoviária para esperar o pessoal. Como houve um acidente no caminho, tive tempo de fazer um lanche antes de ir.

COLAÇÃO DE GRAU
Um acidente na Dutra. Este foi o motivo que fez atrasar em uma hora e meia o início da colação de grau da formatura da Leize, que aconteceu no auditório da Aman (e não o Teatro, que é mais espaçoso). O culto ecumênico que seria realizado acabou não acontecendo por esse motivo. Eu e minha família nos encontramos na rodoviária Graal conforme o combinado e nos dirigimos à Aman. Fizemos muitas fotos da formanda com os professores e colegas, mas minha câmera digital não conseguiu focalizar bem na hora da cerimônia, uma vez que o palco estava mal iluminado. Portanto, apenas as fotos em família, colegas e professores ficaram boas.

Várias pessoas da família estiveram presentes na cerimônia, que entre os alunos que discursaram estava a própria Leize, na homenagem aos pais ausentes. Depois pegamos a Dutra novamente, mas com muita cautela devido a uma forte pancada de chuva que caiu durante o evento. Após o encerramento, quase todo mundo (com exceção da vó Thereza) foi para o Gaia Grill, em Barra Mansa, curtir um rodízio de carne. E ficamos até umas duas da manhã.





BAILE DE FORMATURA
Na manhã seguinte, o tempo nada parecia com o ocorrido à noite. Foi um dia ensolarado e muito quente, na parte da manhã fui à rua comprar o esmalte de unhas que precisava, pois sou alérgica e não posso usar qualquer marca, apenas Colorama. Pedi para que a minha manicure passasse o purpurinado por cima do preto e fazer a unha do meu pé também com purpurina.

Mais tarde arrumei meu cabelo com uma cabeleireira, a intenção era fazer uns cachinhos, mas não deu muito certo porque os cachos não se fixaram. E na parte da noite já estávamos na festa. Muitas fotos, mas não pude fotografar a hora da valsa, pois os fotógrafos profissionais queriam exclusividade e ainda por cima cismei de comer um crepe de banana com canela que demorou a beça para sair. Também...tinha uma fila quilométrica.

Depois da valsa, uma surpresa: além de bacharel, minha irmã ficou noiva (acima). O Vinícius pediu a mão dela em casamento para minha mãe, e todo o povo naquela expectativa que teve o ápice na hora do pedido. A festa correu bem, com muito funk e axé, os ritmos que a turma adora. Mas terminou mal, pois um conhecido da colega da minha irmã estava bêbado e fora de si e começou a arrumar confusão. Ele quase machuca o pai da menina. Chegamos em casa quase seis da manhã. No domingo, acordei tarde e fiquei em casa com meus tios, que foram embora na terça-feira, mas antes assistimos a um filme: "Se Eu Fosse Você 2". Mais tarde voltamos a conversar. Fui!!!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Poderia ter sido pior...

Olá amigos! Este final de semana poderia ter sido o pior de todos para mim caso eu não tivesse recorrido ao passeio conhecido por minha mãe como "bater perna". Do contrário, acabaria virando um purgante, já que deu tudo errado no planejamento do passeio que faria a Sampa. O problema começou ainda na noite de sexta-feira, quando soube que Érica teve que sair às pressas e voltar para casa, já que alguém havia entrado em sua casa para roubar. Depois não tive notícias da amiga paulistana que iria comigo ao sambódromo, ela me contou mais tarde que um sogro de sua sobrinha faleceu e que ela recebera os sobrinhos-netos em casa.

Mesmo não prometendo que iria, ela compareceu ao ensaio, mas passou mal e teve que ficar no carro de som, pertinho do Royce (os dois na foto). Que inveja!!! Enquanto isso, aproveitei para conhecer um compositor de samba-enredo, um intérprete, dois diretores sociais, um mestre de bateria e até uma presidente de agremiação. Literalmente não fiquei em casa, senão o bicho pegava. Mas não desisti do passeio, já que poderei rever meu amigo sambista em 14 de fevereiro, no último ensaio técnico da Nenê de Vila Matilde.

Resultado disso tudo é que fui a um lançamento de samba-enredo do bloco carnavalesco barramansense Império da Banda G, no Minas Esporte Clube no domingo, dia 1º de fevereiro. E o samba ficou a cara dos integrantes, muitos deles do grupo GLBT. Vi gays, uma lésbica (ritmista do bloco e que também toca tamborim, como eu) e uns três ou quatro travecos, mas não cheguei a conversar com nenhum deles.

PRIMEIRA EXPERIÊNCIA NOS GRAMADOS
Pela primeira vez, no dia 28 de janeiro, tive a oportunidade de cobrir uma partida de futebol, ainda que minha editora tivesse me pego de surpresa e me pedido para fazer a matéria da partida entre Resende e Cabofriense. Saí toda perdida da redação, pois o único momento que tive para pautar melhor as perguntas a serem feitas foram aproveitados para almoçar e escovar os dentes. Dessa forma, tive que ir sozinha e a pé, já atrasada, levando uma autorização para a Ferj me liberar para fazer fotos.

Cheguei lá, me cadastrei e comecei a tirar muitas fotos como essa que ilustra esse texto de blog (acima, com falta cometida contra um jogaddor do Resende). Ao mesmo tempo fui apurando os depoimentos de jogadores e treinadores para uma matéria que mais tarde entraria na edição de sexta-feira, dia 30. Na ocasião já havia entrevistado até o Viola para uma matéria especial (na foto, de chapéu, tirada pela colega Lúcia Pires). Só que isso também teve um preço: atrasei meu trabalho no jornal e ainda ficou faltando informações para complementar na hora, mas tive uma ajuda preciosa de um colega de profissão para conseguir ao menos os números das camisas dos jogadores.

TERMINANDO DE LER UMA HISTÓRIA NOVELÍSTICA
Na segunda-feira, dia 26, terminei de ler o livro "Selva de Pedra", da coleção Grandes Novelas,da Editora Globo. Era um desejo meu conhecer a história escrita por Janete Clair e que virou novela duas vezes, em 1972 (foto de divulgação da TV Globo) e 1986. Na verdade, tenho planos de mais para a frente lançar um livro inspirado na história do humilde Cris Vilhena e da talentosa Simone Marques sobrevivendo na selva de pedra carioca. Mas a trama passaria do lado paulista, já que um dos amigos do personagem inspirado em Cris seria Tibério Sabiá. Mas isso é apenas uma idéia. E por hoje é só. Fui!!!