Mesmo não prometendo que iria, ela compareceu ao ensaio, mas passou mal e teve que ficar no carro de som, pertinho do Royce (os dois na foto). Que inveja!!! Enquanto isso, aproveitei para conhecer um compositor de samba-enredo, um intérprete, dois diretores sociais, um mestre de bateria e até uma presidente de agremiação.
Literalmente não fiquei em casa, senão o bicho pegava. Mas não desisti do passeio, já que poderei rever meu amigo sambista em 14 de fevereiro, no último ensaio técnico da Nenê de Vila Matilde. Resultado disso tudo é que fui a um lançamento de samba-enredo do bloco carnavalesco barramansense Império da Banda G, no Minas Esporte Clube no domingo, dia 1º de fevereiro. E o samba ficou a cara dos integrantes, muitos deles do grupo GLBT. Vi gays, uma lésbica (ritmista do bloco e que também toca tamborim, como eu) e uns três ou quatro travecos, mas não cheguei a conversar com nenhum deles.
PRIMEIRA EXPERIÊNCIA NOS GRAMADOS
PRIMEIRA EXPERIÊNCIA NOS GRAMADOS Pela primeira vez, no dia 28 de janeiro, tive a oportunidade de cobrir uma partida de futebol, ainda que minha editora tivesse me pego de surpresa e me pedido para fazer a matéria da partida entre Resende e Cabofriense. Saí toda perdida da redação, pois o único momento que tive para pautar melhor as perguntas a serem feitas foram aproveitados para almoçar e escovar os dentes. Dessa forma, tive que ir sozinha e a pé, já atrasada, levando uma autorização para a Ferj me liberar para fazer fotos.
Cheguei lá, me cadastrei e comecei a tirar muitas fotos como essa que ilustra esse texto de blog (acima, com falta cometida contra um jogaddor do Resende). Ao mesmo tempo fui apurando os depoimentos de jogadores e treinadores para
uma matéria que mais tarde entraria na edição de sexta-feira, dia 30. Na ocasião já havia entrevistado até o Viola para uma matéria especial (na foto, de chapéu, tirada pela colega Lúcia Pires). Só que isso também teve um preço: atrasei meu trabalho no jornal e ainda ficou faltando informações para complementar na hora, mas tive uma ajuda preciosa de um colega de profissão para conseguir ao menos os números das camisas dos jogadores.
uma matéria que mais tarde entraria na edição de sexta-feira, dia 30. Na ocasião já havia entrevistado até o Viola para uma matéria especial (na foto, de chapéu, tirada pela colega Lúcia Pires). Só que isso também teve um preço: atrasei meu trabalho no jornal e ainda ficou faltando informações para complementar na hora, mas tive uma ajuda preciosa de um colega de profissão para conseguir ao menos os números das camisas dos jogadores. TERMINANDO DE LER UMA HISTÓRIA NOVELÍSTICA
Na segunda-feira, dia 26, terminei de ler o livro "Selva de Pedra", da coleção Grandes Novelas,da Editora Globo. Era um desejo meu conhecer a história escrita
por Janete Clair e que virou novela duas vezes, em 1972 (foto de divulgação da TV Globo) e 1986. Na verdade, tenho planos de mais para a frente lançar um livro inspirado na história do humilde Cris Vilhena e da talentosa Simone Marques sobrevivendo na selva de pedra carioca. Mas a trama passaria do lado paulista, já que um dos amigos do personagem inspirado em Cris seria Tibério Sabiá. Mas isso é apenas uma idéia. E por hoje é só. Fui!!!
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