sexta-feira, 24 de abril de 2009

Muito além de um café colonial


Olá amigos! Finalmente criei coragem e decidi escrever em menos de uma semana para este blog, mas a correria dos dias de feriado no jornal me atrapalharam, mas de qualquer forma não faltou assunto. É que depois de passar pela padaria Palatos, de Barra Mansa, onde moro, descobri que por lá estavam servindo um café colonial, daqueles de hotéis das redondezas. E ao planejar o passeio, acabei tendo uma brilhante idéia: levar a câmera digital para fazer umas fotos.


A princípio, a idéia era apenas mostrar a satisfação que tive ao saborear o tal café da manhã. Mas ao ver as atrações previstas para o mesmo dia (um belo domingo de sol, dia 19), mudei um pouco de idéia. Ao sair da celebração (seria missa, mas com o falecimento de um padre em Volta Redonda, o padre que celebraria precisou se ausentar por ordens do bispo da diocese para uma missa de corpo presente e enterro) na igreja que freqüento, fui para a cidade e passei na padaria e lanchonete.




Ao chegar lá, a mesa na parte de dentro da lanchonete estava repleta de pães, biscoitos, bolos, ovos mexidos, frutas, café e chocolate quente. Me servi umas três vezes, afinal, paguei até um preço salgado, mas podia me servir à vontade. Isso me fez lembrar o almoço do Trem Azul, em Resende, no dia 20 de novembro do ano passado. Atraída pelo que estava acontecendo do lado de fora, aproveitei e fui passear de Trenzinho da Alegria por uns 15 minutos.



O meio de transporte é tradicional em Barra Mansa e Volta Redonda, e possui mais de 40 anos de existência, pena que eu não tenha fotos de minha infância registrando meus passeios nele junto com meu pai. Lembro-me vagamente que minha mãe também veio a participar quando eu ainda tinha uns quatro anos, encerrando o ano letivo de 1984, pouco antes do Natal. Todas as crianças foram vestidas de Papai Noel passear no trenzinho por toda a cidade.



Quem conduz o tradicional veículo de transporte infantil é Sr. Anésio, motorista desde aquela época, auxiliado por seu fiel bilheteiro Adriano. Há pouco tempo atrás, no ano passado, estive com a Ramínia e o filho mais velho dela, Pedro, passeando no trenzinho. Naquele dia, ela levou o menino ao médico e decidiu passear com ele. Mas no passeio de hoje resolvi fotografar alguns pontos do trajeto, realizado no bairro Ano Bom.



Terminado o passeio, fiquei na Praça Barão de Guapy, onde estava rolando uma apresentação do Terreiro do Leão, uma roda de samba com um grupo apoiado por uma empresa de transporte de cargas da cidade. Pedi os contatos do pessoal que apóia o grupo, uma vez que pretendo convencer meus amigos sambistas a trazerem meu ídolo-amigo para uma apresentação especial por aqui.



Ainda fiquei por mais algumas horas passeando pela praça e pela rua do Palácio Barão de Guapy, antiga Câmara Municipal, que hoje funciona no antigo Fórum. Do lado de fora dava para ver barracas de artesãos e um estande onde se comemorava o Dia Nacional do Livro. Sem contar com as muitas pessoas que circulavam ali, algumas acompanhadas do melhor amigo de quatro patas. O passeio terminou às 14h, com o encerramento das atividades.



Após o passeio, fui para casa, almocei e nem pensei em mais nada, já que desde ontem estou com uma crise de rinite alérgica e acabei dormindo para amenizar os efeitos. Nem o clássico entre Flamengo e Botafogo, que definiu o campeão da Taça Rio, assisti. Aliás, torcedor foi o que não faltou nesse dia, tanto de um lado quanto de outro. Eram pais, mães e filhos que foram uniformizados passear. Até um mascote de espuma marcou presença. Depois desse grande passeio, por enquanto é só. Fui!!!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Duas semanas de ausência no blog

Olá amigos! Fiquei quase duas semanas sem escrever neste blog, confesso que tive um certo desestímulo principalmente por causa de meu quinto fracasso em ver meu ídolo paulistano, mas também pela complexidade dos temas que poderia abordar do dia 3 até hoje, desde o meu passeio em Sampa (que não se concretizou por causa de um acidente com a minha amiga que mora na capital) até o relato de meu último final de semana.

Portanto, fiquei com muita coisa para contar. A começar pelo plantão do primeiro final de semana deste mês. Minha editora havia informado que nesta ocasião, quem ficasse no plantão faria uma reportagem especial sobre o IV Dia da Noiva, evento que aconteceu no Ciman, em Resende, no último dia 5. E assim, tive a oportunidade de visitar a feira, que oferecia vários serviços para quem pretende se casar, do vestido de noiva à decoração da casa. Boa parte das informações que apurei consegui publicar em minha matéria que saiu na última edição do jornal, no dia 10. Mas outras acabaram ficando do lado de fora devido a falta de espaço na matéria.

É o caso de um curso que é feito pela Igreja Católica com os casais que se preparam para o matrimônio no prazo de um ano. Conforme entrevista que realizei com os responsáveis pelo curso, os noivos só poderão se casar na igreja munidos do documento que comprova a participação deles. Neste período, que dura aproximadamente um mês, eles assistem a palestras com religiosos e profissionais da saúde, que falam sobre a importância do planejamento familiar, do relacionamento a dois, entre outros assuntos. Fiquei praticamente uma hora conversando com meus entrevistados.

Nesse dia, saí muito tarde de Resende, e cheguei por volta de 21h30 em casa. o legal da feira foi que ganhei uma revista especializada em casamentos, feita em Volta Redonda, município que concentra 90% das empresas que trabalham com casamentos e que estiveram presentes ao evento.

ELA COMPLETARIA 18 ANOS
Se no último dia 6 ela estivesse viva, completaria 18 anos. Estou falando de minha antiga mascote quadrúpede, a gata siamesa Luiza. Nascida em 6 de abril de 1991, ela veio ao mundo no tempo em que eu só queria ver novelas na TV e quase fui reprovada na quinta série do Ensino Fundamental. Só para se ter idéia, mesmo que não tivesse noção do que os humanos fizeram durante todo esse tempo, ela "vivenciou" eventos familiares, entre eles todas as minhas formaturas e quase todas as da Leize, além da formatura de minha mãe no curso de Geografia; o nascimento de dois sobrinhos e das duas filhas de minha empregada; e a morte de meu amado pai.

Neste período, foram realizadas cinco copas do mundo de futebol e quatro olimpíadas, ocorreram tragédias como o de 11 de setembro de 2001, tive em dois cantores brasileiros e um jogador de futebol italiano meus maiores ídolos e quatro presidentes governaram o Brasil. Luiza nasceu em Barra Mansa, no bairro Vila Coringa, e foi adotada por minha mãe dois meses depois, atendendo a um desejo nosso de domesticar um animal de estimação em definitivo. Antes dela, todos os animais que domesticamos eram abandonados, doados para outras pessoas ou sumiam de casa.
Ela era mais apegada à minha irmã, e adorava dormir na cama. Sempre foi muito carinhosa com todos, mas também gostava de morder a gente para chamar a atenção. Luiza morreu ano passado, no dia 21 de janeiro, vítima de câncer, aos 16 anos. No entanto, receosa de ver minha mãe sofrer uma piora nas crises depressivas desde a morte de meu pai, decidi adotar outra gatinha siamesa e levei para casa uma mestiça chamada Brida, no dia 15 de novembro de 2007, dois meses antes da morte da Luiza. Mas Lulu é Lulu, e ela será tão insubistituível quanto meu pai.

DIA DO JORNALISTA
No dia seguinte ao do aniversário de nascimento da Luiza, foi comemorado o dia do jornalista. Mas em minha profissão tive pouco o que comemorar, já que trabalhei muito para garantir o fechamento de uma das edições. O jornalista é um profissional que infelizmente em nossa região é mal pago, seu piso salarial é considerado baixo se compararmos com profissionais de praças como Rio e Sampa. Por isso me decidi: se eu tiver que trabalhar como jornalista em outro lugar eu optarei por uma dessas duas cidades ou por um emprego em que eu ganhe melhor.


A SEMANA SANTA
A princípio passaria a Páscoa em Sampa, pois queria ter assistido a um show do meu "sampista". Mas um acidente com o pé e a unha de um dos dedos de minha amiga Aninha adiaram mais uma vez nossos planos. Melhor para minha mãe, que como sempre foi contra esse passeio, pelo menos se eu for sozinha. Mas como não encontro ninguém disponível ou em condições, terei que insistir em cada chance que eu tiver, não vou deixar de ver aquele que até agora foi meu único ídolo-amigo por causa de caprichos ou de dificuldades. Enquanto isso, apenas comemorei a data comendo ovo de chocolate da Pucca (que veio com uma canequinha) e tendo que rir para não chorar de uma situação como a que eu vivenciei no dia: minha mãe tirando pose com uma nota de cem reais que eu dei como garantia de pagamento de contas. Eu fui "premiada" duas vezes, minha mãe nunca. Por isso o motivo da euforia.

MAIS UM TRECHO ESCRITO
Também aproveitei o feriado para escrever meu livro "Terra da Garoa". A história caminha para a metade, e ainda reserva surpresas e entrada de personagens cruciais para a resolução do problema encontrado na trama. Ainda vou precisar de realizar algumas tarefas, como entrar em contato com um meteorologista e uma moça paulistana que foi morar na Europa, para que eu consiga mesclar na dose certa a fantasia, a ficção e a realidade que a obra proporciona. Por enquanto é só. Fui!!!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Royce no país da Bobagem


Ola amigos! Estou em estado de alegria... Sabe por que? Estou ouvindo meu ídolo ao vivo. E a segunda vez em menos de uma semana que ouço sua bela voz na rádio, domingo passado ele participou do programa "Arquivo da Trans", da rádio Transcontinental FM de Sampa. E hoje ele foi o convidado do "Café com Bobagem". A galera do programa - que não deve nada ao Pânico - conseguiu me fazer rir com trocadilhos usando o nome do Royce.


A que me deixou chorando de rir foi aquela em que um dos apresentadores imitou um caipira falando da "Roça de Tabaco", uma brincadeira com o nome artístico do sambista. Da mesma forma que no programa de domingo, o público do Café participou por telefone e MSN. Infelizmente tive que ficar fora de casa e ouvir o programa na lan house, o que me obrigou a não ligar e muito menos consegui acesso ao endereço de MSN do Café.


Depois, eles parodiaram junto com o Royce um samba do cantor, "Pra que Brigar", com o nome "Pra que Pintar", uma homenagem à algumas mulheres. Até música para o grupo ele cantou. Citaram as músicas "Meu Coração é Teu" como o Hino do Transplante e "Frente a Frente" como Melô da Prostituta. O sambista também relembrou grandes sucessos de sua carreira, entre eles sambas de enredo como o da Rosas de Ouro de 1992. E a hora então em que ele cantou "Alfredo me Traz um Limão", com o trecho "(...) E quem tem força no Punho? É... pugilista!!!"?


Na domingo passado, ao menos, pude participar dando minha opinião pelo MSN. Mas como havia muita gente, nem precisei pedir a música que eu queria. Mas foi divertido, depois que o programa terminou mandei uma mensagem ao cantor. E fui atendida depois de algumas horas, com uma mensagem de resposta do meu amigo, dizendo que está com saudade. Agora é torcer para que mamãe me compreenda e me deixe, finalmente, ver o Royce na Semana Santa sem que eu precise de levar alguém que não possa ir comigo. Vou sozinha se precisar! Por enquanto é só. Fui!!!