Olá amigos, pela primeira vez este mês estou escrevendo neste blog. A cada dia que passa, desde que recomecei meus trabalhos pelo jornal, tem sido cada vez mais raro. Como eu já postei anteriormente, sempre que tenho meu tempo disponível, surge a maldita falta de inspiração para escrever, ainda que os assuntos sejam variados. Ao menos, exerci meu lado escritora, tanto vendendo quanto escrevendo.
No último dia 30, fui uma das presenças do Café Filosófico do UBM, em Barra Mansa. O lançamento do livro "Argélia 2022" foi um sucesso entre os poucos freqüentadores. Levei uns dez exemplares, e metade foi vendida. Nos últimos dias, prossegui escrevendo meu livro "Terra da Garoa", que mudará de título. Ele será inspirado no título de uma canção do personagem Tibério Sabiá criada durante o período das nevadas. No entanto, só colocarei o título da próxima vez em que eu voltar para o computador.
Já digitei o provável final do livro no segundo final de semana do mês. Fiquei de meia-noite até às duas da manhã do dia 13 ao dia 14 escrevendo e acabei até perdendo a celebração da igreja que freqüento, mas fiz questão de ir à reunião. Mais tarde, porém, continuei escrevendo minha obra.
Saindo do assunto, no dia 17 fui surpreendida por uma notícia: acabou a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista. Percebo o quanto nós colegas da imprensa acabamos deixando que a vontade dos empresários do mercado jornalístico impusessem suas vontades e o Supremo Tribunal Federal decidiu a favor deles. Agora imagino que as empresas desses cidadãos poderão colocar quem eles bem entender em uma função que não é meramente o que me motivou a criar este blog, é muito mais que isso.
Um escritor pode inventar a notícia, jornalista tem que respeitar a verdade dos fatos. E escrever para um jornal não é como ser um cozinheiro, como afirmou o presidente do STF, Gilmar Mendes. E para que essa decisão não venha a trazer injustiças para os diplomados em favor dos que não têm o curso, tem que haver uma definição das áreas para diplomados e não-diplomados para que não haja injustiças na profissão ou que algum deputado ou senador entre com um projeto de lei pedindo a volta da obrigatoriedade e que seja aprovado.
Mas pretendo finalizar a produção de meu blog com o desfile de algumas fotos que fiz. São de filhotes de cão e gato, os últimos de minha gatinha Brida, que deu a luz no último dia 9, e de uma calopsita. Por hoje é só. Fui!!!
Os "bebês" de minha gata, conhecida como Bibi ou Bibixa:

O casal de Pinschers da Feira de Filhotes, que fica até dia 28 em Resende:
A dupla de Fox Paulistinhas da mesma feira:
A calopsita Xuxa em meu ombro:


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